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Saiba quais são as principais causas de morte pelo mundo

Se você tivesse que chutar qual é a principal causa de morte pelo mundo, qual seria o seu palpite? O câncer? Complicações provocadas pela desnutrição? Os acidentes de trânsito? Pois, de acordo com Rachael Rettner, do site Live Science, um relatório divulgado pela The Lancet, uma prestigiosa revista científica de medicina, revelou essa informação e uma porção de dados mais sobre como anda a expectativa de vida e a saúde pelo mundo.

Levantamento interessante

Segundo Rachael, as estimativas revelaram que foram registradas 54,7 milhões de mortes no mundo só no ano de 2016 e, dessas, 72,3% aconteceram por causas “não comunicáveis”, isto é, por problemas de saúde que não são transmitidos de uma pessoa para outra, como é o caso de condições cardiovasculares.

Aliás, a principal causa de morte no mundo em 2016 foi a doença arterial coronariana, com quase 9,5 milhões de fatalidades registradas no ano passado, representando um aumento de 19% nos casos desde 2006. O diabetes também matou bastante gente, 1,4 milhão de pessoas, e foi uma causa de morte que sofreu um incremento de 31% nos últimos 10 anos.

O relatório apontou ainda que cerca de 19% das mortes registradas em 2016 foram causadas por doenças comunicáveis, por problemas transmitidos pela mãe durante a gestação, por condições transmitidas logo após o nascimento e resultantes de deficiências nutricionais. Ademais, 8% das fatalidades totais foram causadas por acidentes e ferimentos.

Ainda sobre as mortes causadas por doenças comunicáveis, transmitidas pela mãe na gestação, logo após o nascimento e resultantes de deficiências nutricionais, a estimativa apontou uma queda de quase 24% entre 2006 e 2016.

Outro dado importante revelado pelo levantamento é que as mortes entre crianças com menos de cinco anos de idade sofreram um declínio significativo, ficando abaixo de 5 milhões de fatalidades pela primeira vez na era moderna. Além disso, o número de vítimas de HIV/aids entre crianças e adultos caiu (46% nos últimos 10 anos), assim como as mortes provocadas pela malária (26% desde 2006).

Vida longa

Com relação à expectativa de vida média global, hoje ela é de 72,5 anos de idade, ou de 75,3 anos para mulheres e de 69,8 anos para os homens, o que representa um aumento significativo quando comparado à expectativa de vida média registrada em 1990, que era de 65,1 anos de idade, ou com a de 1970, que era de 58,4 anos apenas.

Sobre o país com a maior expectativa de vida do mundo, não temos grandes surpresas: o Japão ficou com o primeiro lugar, com uma idade média de 83,9 anos. Já a nação com a menor média no planeta é a República Centro-Africana, onde a expectativa de vida média é de 50,2 anos de idade.

A análise dos dados apontou também que o número de mortes relacionadas com conflitos e com o terrorismo sofreu um aumento de 143% nos últimos 10 anos, somando 150,5 mil em 2016. Segundo o relatório, esse incremento se deve às tensões registradas principalmente no Oriente Médio e norte da África. Ademais, o levantamento revelou que 1,1 bilhão de pessoas no mundo vive com algum tipo de distúrbio mental ou de problema com o uso de drogas.

Os responsáveis por elaborar o relatório concluíram que as pessoas estão vivendo mais e que nos últimos 10 anos, avanços na área da saúde permitiram que o número de fatalidades provocadas por determinadas doenças e condições fosse controlado. Por outro lado, apesar desse progresso, o mundo ainda sofre com uma variedade de problemas, como a obesidade, a violência, o abuso de drogas e condições mentais.

Fonte: Com informações do Megacurioso

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Crustáceo com cabeça de boneca assusta nas redes sociais

Um morador da ilha Henderson, no oceano Pacífico, fotografou uma cena inusitada: um crustáceo que “capturou” a cabeça de uma boneca de plástico para usá-la como sua casa. Compartilhada na rede social Reddit , a imagem começou a fazer muito sucesso entre seus usuários, além de deixar muitos deles assustados com a cena.

Identificado como um caranguejo-dos-coqueiros, o crustáceo e a boneca ilustram um grave problema para as populações marinhas: a poluição dos oceanos e de áreas litorâneas. Com o aumento de dejetos em tais regiões, a fauna começa a buscar alternativas para a falta de recursos naturais, que além do caso do crustáceo, podem vitimar, por exemplo, tartarugas que ingerem sacolas plásticas como se fossem águas-vivas.

Um usuário explicou, em seu Twitter, que “isso é, na realidade, muito mais triste do que assustador, já que resulta da falta de conchas o suficiente para todos os crustáceos. Não colete conchas específicas das praias, os animais precisam delas para sobreviver”.

Toy Story da vida real?

Por outro lado, muitas pessoas lembraram do longa-metragem Toy Story , já que, no primeiro dos três filmes, um brinquedo mutante muito semelhante ao "crustáceo-alienígena" aparece. Chamado “babyface” – ou “bebê chorão”, na tradução para o Brasil – , ele é um dos brinquedos de Sid, o principal antagonista da história da Pixar.

Pensando na natureza assustadora do brinquedo de Toy Story, algumas pessoas chegaram a sugerir que, na realidade, foi a grande cabeça de plástico que decidiu realizar o "sequestro" para usar as patas do caranguejo como um complemento de seu corpo. A idea não passou de uma brincadeira, é claro.

Mas, e você, acha que o "caranguejo-boneca" é uma imitação do filme ou uma triste amostra das consequências da poluição marinha?

Fonte: ig

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Lencinhos umedecidos para bebês podem ser perigosos, diz estudo

Para a maioria das mães, os lencinhos umedecidos são essenciais na hora de trocar o bebê, podendo ser extremamente úteis para os casos de emergência. No entanto, de acordo um estudo publicado na revista Pediatrics, o produto pode estar causando uma série de reações alérgicas graves na pele das crianças. Com informações da NBC News.

De acordo com a doutora em dermatologia e coautora do estudo, Mary Wu Chang, da Universidade de Connecticut, nos EUA, o problema por pode ser mais comum do que as pessoas percebem.

Segundo Chang, seis casos foram relatados sobre crianças que desenvolveram erupções misteriosas de pele. A primeira delas, uma menina de oito anos, apareceu com manchas vermelhas ao redor da boca e nádegas. A princípio, os médicos trataram o caso com antibióticos e esteroides. Embora o problema tenha sido aliviado, ele sempre voltava.

Chang então resolveu olhar para o histórico médico da criança, considerando a possibilidade de uma reação alérgica. “O que me fez pensar nos lencinhos umedecidos era que a erupção cutânea estava no rosto e nas nádegas“, disse. “Então eu perguntei à mãe o que ela estava usando para limpá-la”.

A mãe lhe teria dito que realmente usava os lencinhos para higienização da filha. Então, Chang se lembrou de um relatório que havia lido recentemente sobre um homem belga que havia desenvolvido uma reação alérgica a dois conservante químicos, conhecido como metil-cloroisotiazolinona / metilisotiazolinona (MCI / MI), que é muito comum em produtos de cuidados pessoais, higiene, cosméticos, etc.

A médica então testou a menina para alergia a MCI, recebendo um resultado positivo de retorno. Logo, quando a mãe interrompeu o uso dos lenços, viu que a alergia havia desaparecido.

Nos 22 meses seguintes, foram relatados outros cinco casos semelhantes no país, todos apresentando sintomas semelhantes. Entretanto, Chang afirma que ainda não é seguro dizer aos pais que evitem completamente os lencinhos umedecidos, embora recomende o uso de produtos alternativos.

Eles são tão convenientes“, disse ela. “Eu tenho três filhos, então eu sei o quão difícil é fazer as mudanças, especialmente quando você está viajando. Mas talvez quando você estiver em casa, seria melhor usar um limpador mais suave e água. Dessa forma, você minimiza a exposição”.

Fonte: jornalciencia

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8 coisas que você pode estar fazendo errado na hora do banho

Há muitas coisas que aprendemos a fazer tão cedo, logo nos primeiros anos de vida, que nos acostumamos e mal sabemos que estamos fazendo de maneira errada.

Nesse sentido, o site Reader’s Digest publicou uma lista bem interessante mostrando 8 hábitos que temos, que podem estar equivocados, ao fazer uma das tarefas diárias de nossas vidas: tomar banho.

O artigo apresenta o ponto de vista de dermatologistas sobre oito possíveis erros que talvez a maioria de nós nem saiba que está cometendo na hora de lavar o corpo. Confira os itens abaixo e aprenda o jeito mais indicado para se ter um banho mais eficiente e saudável:

1. Esfregar o couro cabeludo com as unhas

O jeito mais indicado para esfregar os cabelos é usando os dedos para fazer espuma. Até aí, tudo bem, mas se você utiliza as unhas para friccionar o couro cabeludo, você está fazendo de uma forma errada. Isso, em vez de causar a sensação frescor e relaxamento, pode arranhar e descamar a região, conforme explicou a dermatologista Sandy Johnson, da Clínica de Dermatologia Johnson, em Fort Smith, no Arkansas, EUA.

Procure também evitar esfregação agressiva dos cabelos entre os dedos. Segundo a Dra. Sandy, isso pode causar danos aos fios e deixar as extremidades rachadas

2. Usar sabonete sem hidratante

Procure sempre utilizar os produtos que contêm a identificação de hidratantes ou que possuam ácido esteárico na composição. É isso que recomenda a Dra. Mona Gohara, dermatologista da Clínica Advanced Dermcare, em Connecticut, EUA. Segundo ela, os produtos que não contêm ingredientes hidratantes, como a maioria dos sabonetes desodorizantes antibacterianos, podem deixar a sua pele muito ressecada.

3. Banhos longos e muito quentes

Quem não gosta de chegar em casa e tomar um bom banho quente, principalmente no inverno? Apesar de muito atrativo, o ideal é que a temperatura da água não seja tão alta, conforme explica a Dra. Gohara. Banhos muito quentes e prolongados podem acabar com os óleos e lipídios naturais da pele, responsáveis pela retenção de água que a mantém úmida.

4. Não usar condicionador no couro cabeludo

Se você procura sempre condicionar os cabelos, é importante se certificar de que está fazendo da maneira correta e, segundo a Dra. Johnson, o certo é fazer isso por toda a extensão dos cabelos, da raiz às pontas. A maioria das pessoas costuma concentrar o condicionador apenas nos fios, e isso acaba evitando que a pele do couro cabeludo seja hidratada, o que previne contra coceira e caspa.

5. Usar esponjas de maneira agressiva

As esponjas são ásperas e, se utilizadas com muita força, podem acabar com a barreira de proteção natural da pele. Segundo a Dra. Johnson, as nossas mãos já são suficientes para esfregar o corpo, mas as pessoas que preferem usar algum utensílio para o banho devem fazê-lo junto com outro reserva. Eles devem ser alternados para realizar a limpeza e evitar o acúmulo de bactérias. A Dra. Gohara recomenda a utilização de panos de algodão, como aqueles de bebês, esfregando suavemente pela pele.

6. Usar aparelhos de depilação com muitas lâminas

Uma lâmina por si só já corta os pelos e, com eles, também parte da sua pele. Agora imagine aparelhos com quatro, cinco ou mais. Então, por isso, a Dra. Gohara afirma que aparelhos com uma ou duas lâminas são ideais para minimizar os traumas dessa forma de depilação. Ela também ressalta que outro ponto a ser cuidado é a técnica utilizada.

De acordo com a médica, o correto é mover o aparelho para baixo e para fora do corpo. Depilar no outro sentido pode facilitar a ocorrência de cortes, inflamação dos folículos e irritação. Utilizar cremes e espumas especiais ou sabonete como lubrificante também são recomendados para uma depilação segura.

7. Não enxaguar direito o corpo e o cabelo

A Dra. Johnson explica que todo o sabonete e o shampoo utilizados devem ser retirados do corpo. Caso contrário, as regiões podem apresentar irritação e obstrução dos poros, o que pode ocasionar acne. Portanto, é muito importante garantir que todas as regiões que receberam esses itens sejam bem enxaguadas. Outra dica interessante é afastar a cabeça do tronco na hora em que for retirar os produtos passados no cabelo. Isso faz a espuma e o excesso irem direto pela água corrente e não pelo corpo, prevenindo contra a formação de espinhas nas costas

8. Esperar para passar loção

As loções pós-banho penetram melhor na pele quando ela está um pouco úmida. Assim, o ideal é que se aguarde alguns minutos, mas que esses produtos sejam aplicados ainda no ambiente quente e úmido do banheiro, após se secar levemente com a toalha, conforme recomenda a Dra. Gohara.

Fonte: Com informações do Megacurioso

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Ciência explica como escolher a fila mais rápida do supermercado

Uma coisa é certa, fila mais curta nem sempre vai te garantir andar mais rápido no mercado. Existem outros fatores que ajudam na escola.

Ninguém ama ficar em filas, e elas fazem a gente perder um tempo precioso. Quantas vezes você está indeciso e fica trocando  para a fila mais curta no supermercado, apenas para se atrasar mais quinze minutos ?  Enquanto isso, todas as outras filas já andaram e a sua está travada! Parabéns, você é um de muitos!

O senso comum pode nos dizer para nos juntarmos à fila mais curta – mas existe realmente uma razão sólida e científica para isso?

Isso é seu subconsciente falando. Escolha a fila menor. Na verdade, não há nada de racional nisto A notícia que irá horrorizar agora é que o mais experiente cientista em filas explica: o que realmente parece como a opção mais lógica pode realmente não ser a mais rápida.

Em primeiro lugar,  a fila mais curta não é necessariamente a mais rápida. Dependerá da agilidade das pessoas que estão na fila, agilidade do caixa, tipo de produtos escolhidos, entre outros.

Então siga as dicas:

Escolher a fila mais curta, pode ser sim importante também, mas desde que as pessoas tenham também menos coisas nos carrinhos. Uma fila com 2 pessoas e carrinhos lotados, demorará mais que uma fila com 4 pessoas e poucas coisas.

Um caixa rápido, mesmo com mais gente na fila, é uma opção. Normalmente os caixas rápidos tem fila única, o que ajuda na distribuição, principalmente de quem não tem sorte. Você não ficará a mercê de seu azar.  As duas primeiras, talvez você já use, então vamos ao que é novo:

A agilidade das pessoas e do funcionário do caixa definirá como a fila deve andar. Algumas dicas: repare quão rápido é o atendente do caixa e compare rapidamente com os outros mais próximos. Veja o perfil de pessoas na fila. Casais tentem a ser mais rápidos que uma única pessoa. O estudo aponta também, por mais cruel que isso soe, que pessoas mais velhas na fila tendem a deixá-la um pouco mais lenta, apesar de muitas vezes mais divertida!

Nem sempre também o tamanho do carrinho importa. Itens repetidos são mais fáceis de passar no check-out que itens variados. Quem nunca se deparou com aquele carrinho com um monte de cerveja, lotado. Aquele carrinho passa muito mais rápido até que pessoas com cestas individuais cheias de produtos variados!

Agora certamente você não sabia: entre duas filas, escolha a fila da esquerda. O raciocínio por trás disso é que a maioria das pessoas tende a ser destra, de forma automática migram para a fila à direita.

Se você ainda não tiver certeza, então o conselho é ir para a fila mais curta, como sem qualquer outra inteligência, é a sua melhor aposta.

Fonte: Com informações do Catraca Livre

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Por que algumas pessoas falam enquanto estão dormindo?

Já aconteceu com você de dividir o quarto com alguém e acordar assustado no meio da noite com essa pessoa conversando animadamente ou falando coisas sem sentido e incompreensíveis durante o sono?

Esse comportamento recebe o nome de “sonilóquio” e, segundo os especialistas, se refere a um distúrbio benigno que ocorre com mais frequência na infância e entre homens.

Entretanto, de acordo com Christian Cotroneo, do site Mother Nature Network, os cientistas não sabem explicar muito bem o motivo de as pessoas falarem durante o sono e dizem que, pelo menos tecnicamente, esse distúrbio não deveria acontecer, uma vez que, durante o sono, essa função deveria estar “desligada”. Mas existem teorias sobre o que desencadeia o falatório noturno.

Blá, blá, blá

Segundo Christian, durante o sono, quando sonhamos, os neurônios entram em atividade, e o cérebro envia uma porção de ordens ao nosso corpo, quase como acontece quando ainda estamos acordados.

No entanto, como os músculos que funcionam de forma voluntária são “desativados” ao entrarmos na fase do sono conhecida como REM, o nosso corpo fica quietinho e em repouso. Aliás, esse mecanismo é superimportante, já que evita que a gente saia por aí realizando os mesmos movimentos que estaríamos fazendo nos nossos sonhos — e potencialmente coloque a própria vida em risco.

Contudo, pode acontecer de os músculos que se movimentam de forma voluntária não serem paralisados como deveriam. Então, segundo os cientistas, é aí que os dorminhocos podem apresentar o sonilóquio, assim como outros distúrbios do sono, como contrações, sonambulismo e terror noturno.

Se você é um desses tagarelas noturnos ou conhece alguém que apresenta esse quadro, não se preocupe, pois, conforme mencionamos no comecinho da matéria, falar durante o sono é um distúrbio benigno — e, no fundo, é mais incômodo mesmo para quem dorme junto ou divide o quarto com o dorminhoco falante.

Curiosidades

Apesar de o sonilóquio ser mais comum na infância, e geralmente desaparecer na puberdade, cerca de 5% dos adultos continuam apresentando o quadro ao longo da vida.

Os falatórios podem acontecer todas as noites ou apenas ocasionalmente, e alguns fatores podem contribuir para que ele aconteça na vida adulta, como o estresse, a falta de sono, a depressão e o abuso do álcool.

De acordo com Christian, uma característica comum em quem apresenta o sonilóquio é o fato de o conteúdo das conversas não fazer muito sentido, isso quando o que é dito é inteligível. Ademais, não é raro que o tagarela fale com uma voz ou um sotaque diferente do normal ou soe como se estivesse bravo, feliz, triste etc., o que está relacionado com o sonho que a pessoa está tendo.

Outra coisa interessante  é que, pelo menos no EUA, as confissões que acontecem enquanto uma pessoa está dormindo não podem ser consideradas como provas legais em processos, uma vez que os especialistas entendem que o que é dito mão é o produto de uma mente racional ou consciente.

Por último, só uma curiosidade divertida: um dos dorminhocos mais tagarelas de que se tem registro é um compositor norte-americano chamado Dion McGregor. E como sabemos disso? O cara teve um companheiro de quarto que, de tanto ser acordado durante a noite com o falatório, resolveu passar o tempo gravando as conversas de Dion e compartilhá-las em um site chamado “The Dream World of Dion McGregor (He Talks in His Sleep)” — ou “O Mundos dos Sonhos de Dion McGregor (Ele Fala Enquanto Dorme)”!

Fonte: Com informações do Megacurioso

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Celular tem 30 vezes mais bactérias que vaso sanitário, diz estudo

As telas de smartphones podem conter até 600 bactérias, 30 vezes mais do que as 20 que existem em um vaso sanitário, segundo a pesquisadora do Departamento de Microbiologia da Universidade de Barcelona (UB) Maite Muniesa.

Maite apresentou nesta sexta-feira, 27, em Barcelona, um informe sobre os germes na casa, mostrando os resultados de um estudo mediante pesquisa domiciliar em 1 mil lares espanhóis para conhecer quais eram seus hábitos de limpeza.

A especialista em microbiologia alertou sobre a falta de desinfecção em "zonas esquecidas" das casas, como os panos e esponjas e os copos onde se guardam as escovas de dente.

"Não é a mesma coisa ter uma superfície limpa e uma superfície descontaminada", disse, após revelar que as bactérias que foram encontradas nas telas dos celulares e tablets são do mesmo tipo que as que existem em panos e esponjas da cozinha.

"Isso é porque manipulamos muitos objetos de uma só vez", explicou, "e não desinfectamos as mãos devidamente".

Neste sentido, advertiu sobre a necessidade de aumentar as medidas higiênicas no contato direto com animais, crianças pequenas, mulheres grávidas ou pessoas que estejam especialmente debilitadas por algum motivo.

Os brinquedos, por exemplo, são objetos da casa que poucas pessoas limpam e que, no entanto, contêm muitos germes, porque as crianças "chegam do parque e os tocam, ou às vezes inclusive o cachorro ou o gato brincam com eles".

A cozinha é outro espaço cheio de germes que não vemos, segundo o estudo: o interior da geladeira, a pia e os panos úmidos acumulam bactérias como "a salmonella, o campylobacter ou a escherichia coli, que são os patógenos intestinais mais comuns".

Fonte: Reuters.

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Dia Internacional da Cerveja é comemorado nesta sexta, veja algumas curiosidades

Se a sexta-feira já tem fama de ser o melhor momento para o happy hour com os amigos ou para encontrar o pessoal da firma, hoje a desculpa é maior ainda: a comemoração do Dia Internacional da Cerveja.

A data foi criada na Califórnia (EUA) em 2008, e é celebrada na primeira sexta-feira do mês de agosto, durante o verão do hemisfério norte. Neste ano, a celebração acontece no dia 4 de agosto, em mais de 200 cidades do mundo.

Tem até site oficial para a data, com direito a contagem regressiva, e uma espécie de manifesto. O propósito da comemoração se divide em três pontos: reunir os amigos, celebrar as pessoas dedicadas que servem a cerveja, e unir o mundo ao levantar os copos de cerveja em diferentes países e culturas pelo mundo.

Haja piscina!

Segundo um levantamento da Kirin Holdings, empresa japonesa de bebidas, foram consumidos cerca de 183,7 bilhões de litros de cerveja em 2015, o bastante para encher mais de 73 mil piscinas olímpicas.

O Brasil ocupa o terceiro lugar no ranking dos países produtores de cerveja, ficando atrás da China e dos EUA. No entanto, está na 26ª posição em relação ao consumo per-capita, com 67,7 litros por ano, em média.

A campeã isolada é a República Tcheca, com impressionantes 142,4 litros por pessoa, ao ano.

Moderação que faz bem

Desde que consumida em pouca quantidade, a cerveja também pode trazer benefícios à saúde. Um estudo espanhol concluiu que tomar o equivalente a dois chopes depois do exercício físico pode ser tão eficiente quanto beber água.

Além disso, pesquisadores da Suíça confirmaram em 2016 que um copo de cerveja torna as pessoas mais sociáveis - mas isso a gente já sabia.

O estudo também aponta que uma cervejinha reforça a empatia emocional, ajuda no reconhecimento de feições alegres e, olha só, até dá uma turbinada na excitação sexual.

Fonte: G1.

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Por que os galos cantam todos os dias antes do amanhecer ?

No mundo animal, existem muitas perguntas que martelam a nossa cabeça e uma delas é: por que os galos cantam sempre na parte da manhã? Tantas horas para que eles possam cantar, o que faz com que eles escolham sempre o mesmo horário? Quem já teve a oportunidade de presenciar pessoalmente sabe que ele funciona como um relógio.

Existe uma explicação científica para isso ou tudo não passa de mais uma dúvida sem resposta? Somente em 2013 é que os cientistas conseguiram chegar a algumas soluções, mas elas definitivamente não são a última palavra. Ainda há muito sobre o que pesquisar, mas algumas coisas já podem ser resolvidas.

A pesquisa

Cientistas da Universidade de Nagoya, dirigidos pelo professor Takashi Yoshimura, fizeram vários experimentos com galos a fim de conseguir respostas para essas perguntas. Eles pegaram diversos animais e os deixaram expostos a diversos ambientes por várias semanas. Os bichos reagiram de forma que eles puderam chegar a algumas conclusões.

A equipe tentou enganar os pássaros, colocando-os aleatoriamente em ambientes com muita luz brilhante, som alto, ambientes escuros e muitos outros, podendo dizer que as aves têm um relógio interno que reage a diversos estímulos externos. Dessa forma, não tem um só motivo que faz os galos cantarem, e sim vários deles.

Então, por que os galos cantam?

Embora os galos cantem religiosamente todos os dias pela manhã, esse não é o único horário em que eles soltam suas vozes. É possível presenciá-los cantando em qualquer parte do dia. Os pesquisadores concluíram que o canto dos galos têm diversas funções e, como já foi dito, eles reagem a estímulos externos.

Os barulhos altos e mudanças nos níveis de luzes, tudo isso é tido pelo galo como uma ameaça e ele não deixa por menos: canta para mostrar quem é que manda. Nesse caso, a função é bradar mais alto frente ao inimigo. E isso não acontece apenas nas primeiras horas do dia, e sim em qualquer horário em que o animal achar que está correndo perigo.

Algumas pessoas acreditam que esse é o verdadeiro motivo pelo qual eles cantam no final da madrugada, já que é nesse horário que o escuro começa a terminar. Mas o fato do galo cantar duas horas antes de a luz do sol surgir ainda intriga os cientistas, que acabaram por considerar outra situação depois de suas pesquisas.

Marcando território

De acordo com o estudo realizado, o canto do galo antes do amanhecer serve para que ele mostre às outras aves quem é que está dominando aquele território, marcando suas impressões. Como, durante a pesquisa, vários animais estiveram juntos o tempo todo, eles passaram a cantar quase sempre no mesmo horário, todos querendo tomar a dianteira.

"Nossos dados preliminares sugerem que o galo melhor classificado tem prioridade em cantar pela manhã e o menor é paciente o suficiente para esperar e segui-lo todos os dias", diz Yoshimura. Ou seja, para os cientistas, a iluminação nada tem a ver com a preferência das aves pelo fim da madrugada e existe, sim, uma hierarquia entre eles.

Ou seja, o verdadeiro motivo pelo qual os galos cantam no período da manhã ainda não é totalmente compreendido. Marcar território ou reagir a estímulos? Mesmo depois de milhares de anos, a pergunta ainda não foi respondida definitivamente. Quando nos referimos ao mundo animal, sempre existe uma dúvida que não pode ser solucionada.

Fonte: Com Informações do Mega Curioso.

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Bateria de celular envelhece ? saiba como fazer ela durar mais

Na hora de comprar um celular, você se preocupa com quanto tempo a bateria dura sem ter que recarregar? Muita gente pensa assim. E uma pesquisa da agência de consultoria IDC mostra que a bateria é o terceiro fator – atrás de preço e câmera – mais importante para o consumidor.

Faz sentido se preocupar tanto com a bateria. Ela é uma das maiores responsáveis pelo tempo de vida do aparelho, segundo Leonardo Munin, analista da IDC na América Latina.

“Como o preço de uma nova bateria é muito elevado, quando você vai trocar às vezes nem compensa e acaba comprando um aparelho”, explica Maria de Fátima Rosolem, pesquisadora de do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD).

Mas a bateria envelhece ?

As baterias de íon de lítio, usadas pela maior parte dos fabricantes de smartphones, utilizam reações químicas como uma das bases de seu armazenamento de energia. E os compostos parte das reações se desgastam conforme o aparelho é recarregado e descarregado.

“Desde que foi introduzida, essa tecnologia apresentou um salto gigantesco, e as químicas evoluíram muito”, afirma a pesquisadora. Por que, então, os smartphones atuais não conseguem passar dias sem serem recarregados como seus antepassados “burros”?

“Por um lado, você tem a bateria que evoluiu bastante, e por outro você tem o celular que deixou de ser um simples telefone. Aliás, hoje a coisa que você menos faz é falar nele. Um smartphone não duraria nada com uma bateria daquelas antigas”, diz Rosolem.

Sem calor, sem umidade, sem pirataria ...

Essa evolução não é motivo para deixar de tomar certos cuidados com as baterias. Especialistas ouvidos pelo G1 contam o que usuários podem fazer para que sua bateria dure mais:

  1. O mais importante é a temperatura, porque ela acelera as reações químicas na bateria. Então tem que tomar cuidado pra não deixar o celular exposto ao sol, dentro do carro, essas coisas.
  2. Além da temperatura, o dono do aparelho deve ficar atento a questões de segurança. O básico é não deixar o celular na umidade.
  3. E não usar carregadores piratas, que podem danificar o circuito e até causar um curto, fazendo o aparelho pegar fogo.
  4. Mas acessórios oficiais não são uma garantia total. É preciso ter atenção com carregadores novos, muito rápidos. Quanto maior a velocidade do carregamento, mais as reações ficam desgastadas.

A Apple, por exemplo, afirma que o carregamento nos iPhones acontecem de forma acelerada até 80%, então mudam para carga mais lenta com objetivo de aumentar sua longevidade. 

E os riscos de explosão ?

Baterias de íon de lítio não são responsáveis pela energia apenas de smartphones. Elas são usadas em notebooks e em carros elétricos. Por isso, são alvo de pesquisas.

Tudo sem correr riscos de segurança, porque uma superfície menor é traduzida em temperaturas maiores. Algo parecido ao que aconteceu com os modelos Galaxy Note 7, da Samsung, que ficaram conhecidos por provocarem explosões e até foram banidos de aviões.

"No caso da Samsung, eles fizeram um empacotamento [da bateria] que ficou muito apertado. Ela se deformou com o tempo e acabou gerando a explosão", explica Rosolem

Novas baterias 

Cientistas do Instituto de Pesquisas Toyota da América do Norte trabalham em baterias à base de magnésio, que prometem densidade muito maior, além de serem mais baratas e terem vidas mais longas. As pesquisas estão em fase de testes e devem demorar anos até chegarem ao mercado.

Já uma equipe da universidade americana de Drexel desenvolve uma bateria com um material supercondutor que permite carregamento completo em segundos. Para celulares, pode parecer exagero, mas pode resolver problemas de veículos elétricos.

Por que as baterias são fixas ?

Se uma bateria dura em médio dois anos sem apresentar grandes problemas, então porque ela é fixa? Não seria melhor voltarmos aos tempos em que a troca da bateria era possível?

A Motorola explicou ao G1 que suas baterias são fixas “para oferecer mais segurança e proteção dos componentes do aparelho”.

“Elas foram projetadas para ter uma duração compatível com o ciclo de vida de um smartphone. A bateria fixa permite uma melhoria significativa no design, deixando telefones mais finos e elegantes, que é algo que o consumidor sempre busca.

Segundo a Motorola, comparadas com as baterias com tecnologia tradicional, as de íon de lítio carregam mais rápido, duram mais e têm maior densidade de carga, aumentando a vida útil da bateria mesmo em uma estrutura menor.

Fonte: G1.

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Filhote de bode com

Um filhote de bode com um "rosto de demônio" deixou os moradores de uma fazenda em São Luis, na Argentina, tão assustados que eles chamaram a polícia para lidar com o caso. A dona do local, Gladys Oveido, ficou "profundamente surpresa" com o novo habitante. 

O cabrito morreu minutos após o parto. Gladys afirma que imaginou que ele não sobreviveria. "O resto do corpo era normal, ele só tinha deformações na cabeça. É muito incomum isso acontecer", afirmou ao Mirror. 

A nora de Gladys foi quem divulgou as imagens do filhote nas redes sociais. Um vizinho também fez questão de chamar a polícia para documentar o acontecimento bizarro. 

Em um vídeo publicado no Youtube, é possível ver o animal ao lado de um filhote comum.

Fonte: Com Informações do UOL.

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Você tem noção do quão sujo é o seu celular ?

Não é nenhum segredo que as coisas que nós manipulamos com frequência não são as mais limpas do universo, como é o caso de controles remotos, maçanetas, dinheiro, teclados e, obviamente, aparelhos celulares. Aliás, falando neles, você tem noção do sujo que é o seu smartphone? Não? Então, se prepare, pois você provavelmente vai ficar com nojo dele.

Sujinho

De acordo com Alexis Kleinman, do site Mic, estudos revelaram que os nossos celulares contam com 10 vezes mais germes do que os vasos sanitários, e entre os microrganismos mais comuns que foram identificados estão, evidentemente, bactérias que normalmente são encontradas nos nossos rostos e mãos.

Entretanto, segundo Alexis, os testes também apontaram a presença de organismos que podem causar problemas de saúde, como é o caso do Staphylococcus aureus resistente à meticilina, uma bactéria que se tornou resistente a diversos tipos de antibióticos e que geralmente está associada a infecções hospitalares. e do Escherichia coli, que normalmente é encontrada no trato intestinal e cuja principal forma de transmissão é a fecal-oral.

E você sabe o que “transmissão fecal-oral” significa, certo? Que a E. coli é transmitida por meio das fezes. Mas não é só isso: como estamos falando de celulares contaminados, o fato de essa bactéria ter sido detectada nos aparelhos significa que os cientistas encontraram partículas de cocô nos smartphones, e não necessariamente expelidas exclusivamente pelos nossos intestinos.

Já começou a ficar com nojo? Pois, além de tocarmos a tela dos celulares o tempo todo, não se esqueça de que nós também encostamos os aparelhos no rosto e os aproximamos das nossas bocas quando fazemos uma ligação.

Aliás, se você é do tipo que adora passar o tempo fuçando no seu smartphone enquanto faz o “número 2”, aí a probabilidade de que o seu dispositivo sirva de lar para colônias de E. coli é ainda maior, mesmo que você lave as mãos após terminar sua “obra”.

Isso porque, quando damos a descarga pequenas gotículas contendo matéria fecal (sua e de quem quer que use o mesmo banheiro que você) acabam se espalhando por todos os lados, e é por essa razão que é bastante comum encontrar coliformes fecais em escovas de dente e outras superfícies dos sanitários.

Como lidar?

De acordo com Alexis, a primeira coisa que devemos fazer para manter os celulares em um nível aceitável de asseio é algo bem simples (e óbvio): lavar as mãos com frequência, uma vez que são elas os principais agentes de transferência de germes e bactérias para os aparelhos. 

Além disso, também é indicado limpar os smartphones regularmente, pode ser com lencinhos específicos para higienizar eletrônicos ou diluir um pouquinho de álcool em água e usar um paninho e cotonetes para dar aquela geral no seu dispositivo.

Outra dica  seria manter os celulares bem longe do banheiro, especialmente quando você for passar mais tempo no troninho. E se você achar que realmente precisa de algo para se distrair enquanto está lá, ocupado, lembre-se da época em que as pessoas se contentavam lendo os rótulos de shampoo e completando palavras-cruzadas.

Fonte: Com informações do Megacurioso

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Ter menos filhos é ação mais eficaz contra aquecimento global, diz estudo

Um estudo publicado neste mês na Suécia prega que ter menos filhos é a ação que pode ter mais impacto no combate às mudanças climáticas.

Mas os pesquisadores da Universidade Lund recomendam tal controle da natalidade apenas em países desenvolvidos, usando como argumento o fato de que nações como os EUA, por exemplo, são responsáveis pelas maiores emissões de carbono na atmosfera (16 toneladas por ano de CO2 per capita) e, por isso, teriam que fazer cortes mais drásticos para atingir "níveis seguros de emissões".

De acordo com os termos do Acordo Climático de Paris, assinado em 2015, 195 países se comprometem a limitar a média global de aumento da temperatura em menos de dois graus Celsius.

Para isso, cientistas estimam que, até o ano de 2050, o volume de emissões per capita não possa ultrapassar 2,1 toneladas de carbono (no Brasil, segundo dados do Banco Mundial, a emissão é de 2,5 toneladas).

Emissão de gases de efeito estufa aumenta na capital

Seth Wynes e Kimberly Nicholas afirmam que a redução não poderá ser obtida sem que famílias ou indivíduos tenham um filho a menos, apesar desta não ser a única medida recomendada.

— Não estamos sugerindo que isso vire lei ou coisa parecida. Sabemos que a decisão de ter ou não filhos é talvez a maior que alguém pode ter na vida, e que muitas pessoas não têm o clima como fator preponderante. Vejo isso mais como uma questão pessoal do que de política pública, afirmou Nicholas, em entrevista à BBC Brasil.

— Apenas quisemos mostrar o impacto que decisões pessoais podem ter nos esforços de prevenção de mudanças climáticas. É importante que as pessoas saibam dessas coisas em suas vidas. Especialmente quando mostramos que ações como a reciclagem ou o uso de lâmpadas LED, completa a especialista.

As conclusões são derivadas de análises e cálculos que, segundo os pesquisadores, levam em conta uma gama de ações individuais, das mais complexas como o controle da natalidade às mais simplórias como a reciclagem de lixo.

Estudo mostra que 100 empresas são responsáveis por 71% da emissão de gases no mundo

Wynes e Nicholas concluem, por exemplo, que ter um filho a menos contribuiria para uma redução média de 58,6 toneladas de CO2 na atmosfera por ano, uma quantidade muito maior que as outras três principais alternativas recomendadas: viver sem carro (2,4 toneladas), evitar viagens de avião (1,6) e adotar uma dieta vegetariana (0,8).

O impacto da opção por menos filhos teve como base de cálculo o total estimado de emissões dos filhos e demais descendentes divididos pela expectativa de vida dos pais.

A questão do crescimento populacional já faz parte dos debates sobre impacto humano no meio ambiente e, na última semana, um estudo publicado por acadêmicos da Universidade Stanford (EUA) culpou humanos pelo que classificou como "aniquilação biológica" - a extinção em massa de bilhões de espécies por causa da superpopulação e do consumo.

Cinco efeitos globais da saída dos EUA do Acordo de Paris

Segundo Nicholas, não há um número "mágico" de filhos a ser tidos ou evitados para obter um melhor resultado ambiental. Para Wynes, que também falou à BBC Brasil, as características de desenvolvimento dos países deve ser levado em conta no cálculo. No caso do Brasil, um país ainda em desenvolvimento, o consumo de carne e a quantidade de emissão per capita é muito inferior ao dos habitantes dos países altamente desenvolvidos. Por isso, as emissões são menores por pessoa e a diminuição no número de filhos não seria tão significativa.

— Nosso estudo se limitou a avaliar as grandes oportunidades de redução individual de emissões em países em que há as maiores taxas per capita desse tipo de poluição. Naturalmente, escolher ter famílias menores tem um impacto menor no Brasil. Nos países mais prósperos, o consumo de carne é mais alto, e isso aumenta o gasto de água, a necessidade de pastagens e também a liberação de gases. Daí que ter um membro a menos na família em países como os Estados Unidos é relevante para o meio ambiente, diz Wynes.

Em conjunto com a redução do número de filhos, a adoção em massa de uma dieta baseada em vegetais é uma medida importante no combate ao aquecimento global, aponta Wynes.

— Queremos chamar a atenção para um fator que terá influência justamente sobre o futuro das próximas gerações, que herdarão o mundo. E não mostramos apenas a questão populacional, mas também o impacto de uma dieta vegetariana e de uma vida sem carro. Elas também têm impacto positivo, conclui Nicholas.

Fonte: R7.com

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5 coisas que você não deve dizer durante uma entrevista de emprego

1 – A carga horária é flexível?

O ideal é esperar antes de saber se a carga horária é flexível. Com o passar do tempo, você vai ganhando espaço e pode perguntar sobre a rotina de trabalho sem dar a impressão de ser uma pessoa preguiçosa.

2 – Fale-me mais sobre a minha função

A pessoa que fará a entrevista já terá em mente o que deve dizer a você sobre sua possível função na empresa. Se você pergunta qual é a função da pessoa que ocupará o cargo ao qual está concorrendo, pode passar a ideia de que não sabe a resposta. Perguntar a descrição básica do trabalho faz você parecer despreparado, de acordo com o especialista em entrevistas de emprego, Barry Drexler.

3 – Quanto tempo vai demorar esta entrevista?

Não é bacana demonstrar ter pressa, e é fundamental que você esteja presente na entrevista de forma integral, sem se preocupar com o horário, sem ficar mexendo no celular, mandando mensagem ou olhando para o relógio a cada momento. Durante a entrevista, não demonstre que está preocupado com outras coisas.

4 – O que a “Delwat” faz?

Esse exemplo foi usado por Vick Salemi, especialista em Carreira. Ela explicou que uma pessoa pronunciou errado o nome da empresa Deloitte, que trabalha no ramo de auditoria e de consultoria. Se você não sabe como pronunciar o nome da empresa, busque meios de descobrir isso (procurar matérias sobre ela no YouTube ou ligar para a recepção, sem se identificar) e de não falar da maneira errada, que é uma forma simples de queimar seu filme.

5 – Depois de quanto tempo eu serei promovido?

A promoção de cargo e de salário é algo que acontecerá depois de alguns meses ou até depois de um ano na função, então espere estar oficialmente contratado, depois do tempo de experiência, para se preocupar com isso. Em vez de perguntar quando você será promovido, pergunte como funciona o plano de carreiras da empresa. Fica menos agressivo.

Fonte: megacurioso.com

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Crianças teimosas se tornam adultos mais ricos, diz estudo

Há certas crianças que comprovam na prática a validade do ditado “água mole em pedra dura”. De tanto espernearem e desobedecerem, uma hora acabam conseguindo tudo o que querem. Desde chorar na fila do supermercado até só querer comer sobremesa, quem é pai sabe como a fase pode ser difícil.

Ainda que esse tipo de comportamento seja nocivo aos pequenos, pesquisadores encontraram um ponto que favorece o ato de fazer birra: ter toda essa revolta na infância pode refletir positivamente lá na frente. Em um estudo publicado no periódico Developmental Psychology, as crianças insubmissas a regras e que costumavam desafiar os pais eram as que ganhavam melhores salários na fase adulta, além de obterem maior sucesso acadêmico.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores conduziram um experimento que analisou 700 crianças em dois momentos. Os dados que foram analisados pertencem ao banco criado pelo estudo MAGRIP, realizado no país europeu de Luxemburgo. A primeira avaliação considerou informações coletadas em 1968, quando o grupo de cobaias tinha entre 8 e 12 anos. Na época, eles foram submetidos a testes que mediam sua personalidade, de acordo com aspectos como ganância, desobediência e consciência sobre a importância do estudo.

40 anos depois

O mesmo grupo também foi analisado 40 anos depois, em 2008. Para saber que fim cada um levou, os cientistas olharam para informações como suas aquisições profissionais e acadêmicas e o salário que ganhavam quando se tornaram senhores de meia-idade.

“Aqueles que atingiram níveis mais altos nos critérios considerados na infância ganhavam mais dinheiros por serem mais insistentes em condições desfavoráveis, como ao negociar salários ou aumentos”, diz o estudo.

Essa habilidade de dizer “não” e ser firme no que se deseja, cultivada desde o berço pelas crianças teimosas, pode explicar seu sucesso. Segundo os pesquisadores, elas se tornaram mais dispostas a defender os próprios interesses, mesmo que isso incomode seus amigos e quem mais esteja à sua volta. Se bater de frente com a própria mãe mesmo com o risco de levar chinelada já era comum, lutar  por salários mais altos não parece, de fato, uma tarefa tão complicada assim.

Fonte: Com Informações do Superinteressante.

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Estudo sugere que psicopatas preferem tomar café puro

O café é a bebida favorita de muita gente, especialmente pela sua capacidade de tirar de nós o sono que nos atormenta logo pela manhã. Na hora de consumir a bebida rica em cafeína, todo mundo tem suas preferências, e enquanto uns curtem complementar o cafezinho com leite e espuma, outros preferem o café puro, sem nada.

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Innsbruck, na Áustria, revelou que a preferência por café puro e sem leite é muito mais comum entre pessoas que têm características de personalidade que se encaixam com a psicopatia.

Outro estudo foi realizado para tirar a prova dos nove, e a conclusão é a de que nossa preferência em relação ao café que consumimos tem realmente a ver com traços de nossa personalidade e com a maneira como nos comportamos.

Ao que tudo indica, gostar de café preto e de outros alimentos e outras bebidas amargas e de sabor forte é algo que está relacionado a traços de personalidade mais sádicos.

Gostar desse tipo de sabor amargo e forte pode indicar que a pessoa tem aquele prazer secreto ao ver outras pessoas sentindo dor ou em algum tipo de sofrimento.

Isso não quer dizer que pessoas que tomam café sem leite e amargo vão matar você. Aliás, em termos de saúde, o que se sabe sobre alimentos que não são doces nem suaves é que, ao contrário dos chocolatinhos de todo dia, eles reduzem os níveis de açúcar em nossa corrente sanguínea, e geralmente isso é uma boa coisa.

Os pesquisadores explicaram também que compreender os motivos reais pelos quais as pessoas gostam da comida que comem é algo muito complexo, uma vez que isso pode ter a ver com experiências pessoais e, inclusive, com carga genética.

O lado realmente bacana desse estudo é a revelação de que existe, sim, uma relação entre nosso paladar e a nossa personalidade. Futuramente, isso pode ser de grande utilidade em termos de Ciência. 

Fonte: Com informações do Megacurioso.

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Por que não temos memória de quando éramos bebezinhos ?

Muita gente de pergunta porque não temos memória de quando éramos bebês, já que lembramos de muita coisa da nossa infância. A culpada disso é a amnésia infantil.

O hipocampo, principal sede da memória, só se desenvolve completamente aos 7 anos de idade. Não se sabe como a memória forma essas imagens, mas a ideia é que o hipocampo estaria imaturo para consolidar memórias duradouras nos primeiros anos de vida.

Seja como for, algumas teorias sustentam o seguinte: o ritmo de aprendizado é tão alto nessa fase que esquecer seria obrigatório para o cérebro funcionar direito.

Fonte: Com Informações do Super Interessante.

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 Por que às vezes damos um ‘pulo’ violento quando estamos quase dormindo  ?

Sabe aquela sensação incômoda de quando estamos quase caindo no sono e de repente nosso corpo dá uma espécie de pulo, como se estivesse caindo? Se você já passou algumas vezes por essa situação, saiba que é algo completamente normal, e até já foi bastante estudado pelos cientistas.

Trata-se de um fenômeno chamado espasmo hipnagógico – hipnagógico é o período de transição entre o sono e a vigília – e gera um movimento muscular involuntário.

Esses espasmos musculares podem ser causados por estímulos como sons e luzes. Em casos raros, algumas pessoas relatam alucinações, longas sensações de queda, luzes fortes e barulhos vindos de dentro da cabeça durante esses espasmos.

Estima-se que cerca de 60 a 70% das pessoas tenham espasmos hipnagógicos regularmente. Vale frisar que muitas pessoas podem experimentar o fenômeno sem saber, pois eles são facilmente esquecidos, ainda mais quando não acordam a pessoa.

Pesquisadores sugerem que alguns fatores podem ser propícios para o fenômeno acontecer, como o stress, ansiedade, cansaço, cafeína, privação do sono, entre outros, mas mais estudos ainda precisam ser feitos para reforçar essa hipótese. Há, no entanto, outras teorias.

Uma delas diz que os espasmos fazem parte da transição do corpo da fase de alerta para a do adormecer, acontecendo quando os nervos apresentam uma “falha de ignição” durante o processo.

Outra hipótese possui uma abordagem mais evolutiva, sugerindo que ele é um antigo reflexo primata para o relaxamento dos músculos durante o início do sono. Segundo alguns pesquisadores, o cérebro interpretava o relaxamento como um sinal de que o primata estava dormindo e caindo de uma árvore, fazendo com que os músculos reagissem rapidamente para acordar o animal.

Fonte: Mistérios do Mundo.

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Dedo mindinho dá 50% da força à mão

O dedo mindinho, o humilde dedo número cinco da mão, há muito tempo é visto como um acessório decorativo, um dedinho para levantar delicadamente enquanto tomamos uma xícara de chá. O que perderíamos se não tivéssemos esse dedinho? 

"Você perderia facilmente 50% da força da sua mão", afirmou Laurie Rogers, terapeuta ocupacional e terapeuta de mão certificada do Hospital Nacional de Reabilitação em Washington. Ela explicou que apesar dos dedos indicadores e médios, junto com o polegar, funcionarem para pinçar e agarrar objetos – fechando zípers, abotoando botões – os dedos mínimos se juntam ao anelares para dar força à mão. 

Aprendi isso sozinha no último mês de abril, quando tropecei enquanto fazia jogging e minha figura de 60 quilos esmagou o osso na base do meu mindinho direito, um osso da largura de um lápis. Eu quebrei minha articulação metacarpofalangeal, MCP, onde o dedo se liga à mão. 

Cinco meses depois, o dedinho ainda não era capaz de dobrar sozinho. Não conseguia fechar a mão, manusear uma raquete de tênis com controle, segurar direito um pesinho de musculação ou um aspirador de pó. Pelo fato da lesão ter ocorrido na minha mão dominante, escrever era uma tarefa difícil.

Problema comum 

Minha situação estava longe de ser especial. Fraturas do dedo mindinho e do seu metacarpo – o osso que se estende da base do dedo até a mão – são duas vezes mais freqüentes que fraturas em qualquer outra parte do dedo ou do metacarpo, incluindo o polegar. Existem poucos dados confiáveis que monitoram lesões no dedo mindinho nos Estados Unidos; as estatísticas são de um estudo de 2003 do "The Journal of Hand Surgery" (volume britânico e europeu) que analisou o equivalente a um ano de dados de uma emergência hospitalar em Amsterdã, Holanda. 

A alta incidência de fraturas pode ser atribuída ao status do mindinho, junto com o dedo indicador, como "dedo de fronteira", um "apoio para livros" em relação aos dedos anelares e médios, explicou Dr. Steven Z. Glickel, diretor do C.V. Starr Hand Surgery Center do t. Luke's-Roosevelt Hospital Center em Nova York e presidente da Sociedade Americana de Cirurgia de Mão. 

Apesar do dedo indicador "ser, pelo menos, um pouco protegido por estar adjacente ao polegar", continuou o médico, "o dedo mínimo praticamente não tem nenhuma proteção". 

Os ossos do dedo mínimo – as falanges distal, média e próxima – são geralmente quebrados em quedas ou quando o dedo é atingido por algo, como uma bola de basquete. 

Apesar da rigidez e do inchaço, muitas pessoas não percebem que o dedo está quebrado, então não procuram tratamento.

Fratura oculta


"As pessoas pensam que se não sentem dor e podem mover o dedo, ele não está quebrado", disse Scott G. Edwards, diretor de cirurgia de mão e cotovelo do Georgetown University Hospital. "Isso simplesmente não é verdade." 

Os reparos a um dedo mindinho quebrado podem significar pinos, parafusos e placas. Oito dias após minha queda, dois pinos foram colocados através da minha articulação MCP. O procedimento, realizado por Edwards em cirurgia ambulatorial, conectou novamente minha falange próxima e reforçou a articulação central do mindinho, conhecida como articulação interfalangeal próxima, ou PIP. Um gesso foi aplicado da ponta dos dedos até o cotovelo. 

Doze dias depois, o gesso foi removido e a reabilitação foi iniciada. Nunca tinha ouvido falar em terapia de dedo, mas ela existe – e é dolorosa. 

"Terapeutas de mão fazem com que pareçamos bonzinhos", disse Leon S. Benson, diretor de cirurgia de mão do Evanston Northwestern Healthcare em Illinois. "Estou no consultório, feliz e contente, então digo ao paciente: 'Agora você vai descer para ver Mary Beth, a terapeuta que vai machucar você'." 

Os tratamentos incluem aplicação de calor, ultra-som, estímulos neuromusculares, talas e exercícios manuais. Começar a reabilitação logo – dentro de alguns dias ou semanas após a cirurgia – é de extrema importância; sem isso, o tecido cicatrizado pode se expandir e a inchação pode piorar. 

Comecei minha terapia rapidamente, mas o terapeuta que me ajudava era gentil demais para manipular meu dedo. Quando finalmente encontrei um substituto competente, meu dedo estava rígido e a cicatrização parecia estar avançando. 

O tecido de cicatrização, um tecido conectivo fibroso formador da ferida, é mais proeminente e problemático nos dedos porque praticamente não existe músculo ali, logo os tendões se acomodam diretamente no osso. Acumular tecido de cicatrização no dedo mindinho é como "injetar cola dentro de um relógio", disse Benson. "Trava tudo". 

O inchaço também pode retardar a recuperação. "É como tentar dobrar uma grande salsicha", comparou Edwards. 

Um exame de ressonância magnética do meu dedo foi realizado depois dos pinos terem sido removidos. O resultado confirmou que o tecido de cicatrização tinha imobilizado os tendões flexores – eles ficam permitem que os dedos se dobrem, como se fôssemos dar um soco. Além de não receber tratamento eficaz rapidamente, a genética pode ter contribuído, já que algumas pessoas formam tecido de cicatrização mais facilmente que outras. De qualquer forma, meu dedo estava travado. 

Em outubro, passei por uma tenólise do tendão flexor, durante a qual Edwards conseguiu meticulosamente liberar os tendões. No dia seguinte à cirurgia, comecei a fazer terapia com Rogers. No início do mês, concluí meu tratamento; meu dedinho agora dobra facilmente e a força voltou à minha mão. 

Fonte: G1.

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Por que as pessoas enjoam das coisas depois de um tempo ?

Você já parou para questionar porque enjoamos de tantas coisas ao longo da vida? Enjoamos da mesma rotina, do trabalho, do nosso carro, das coisas e roupas que compramos, dos alimentos, enjoamos de ouvir as mesmas músicas e, até mesmo, de passar todos os dias pelos mesmos caminhos. Por que será que isso acontece? Por que o ser humano está sempre em busca de novidades para se manter satisfeito?

Por que o ser humano sempre se cansa das coisa ?


O ser humano tem uma grande necessidade de mudança. Nós nos cansamos da mesmice e gostamos da sensação de desvendar novas possibilidades em tudo. Além disso, o estilo de vida da sociedade moderna também é um incentivador para este comportamento baseado no “descartável”, onde tudo deve ser substituído o tempo todo para garantir status e reconhecimento.

De acordo com os psicólogos, as pessoas acabam se viciando em descartar e acabam considerando normal mudar de gostos, de relacionamentos e de atividades de maneira constante. Entretanto, esse tipo de comportamento também pode indicar alguns tipos de psicopatias e transtornos de personalidade. Por isso, o mais indicado é buscar a psicoterapia para descobrir de onde vem esse sentimento de se enjoar constantemente de tudo.

Confira alguns transtornos relacionados com a atitude de enjoar das coisas e das pessoas:


Personalidade Histérica – As pessoas com esse tipo de personalidade tendem a se influenciar facilmente com as circunstâncias e com a opinião dos outros, estão sempre buscando se autoafirmar, são egocêntricas, impacientes e imediatistas. Estas pessoas gostam de se sentir constantemente recompensadas e, por isso, se enjoam rapidamente de coisas e pessoas. O tratamento recomendado é a psicoterapia cognitivo-comportamental.

Transtorno de Borderline – Este transtorno afasta as pessoas do convívio social e causa ansiedade, impulsividade, fácil desapontamento, irritabilidade, baixa autoestima e instabilidade nos sentimentos, podendo amar e odiar uma pessoa, coisa ou atividade em um curto intervalo de tempo. Estas pessoas costumam idealizar muito os relacionamentos e acabam vivendo de forma conturbada e instável. Têm um perfil manipulador e ameaçador, e buscam sempre mudar de amigos, de cidade, de trabalho e de grupos sociais.


Quando buscar ajuda

Se você é uma pessoa que se enjoa rapidamente de tudo, procure a ajuda de um terapeuta para investigar essa condição. A psicoterapia traz autoconhecimento e ajuda a enfrentar medos, problemas comportamentais e transtornos, evitando quadros de depressão e de outras doenças. Todo padrão de comportamento considerado incômodo e prejudicial para a vida social e profissional deve ser tratado!


Fonte: Site de Curiosidades.

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