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Prefeitura intensifica trabalhos para colocar a UPA de Piripiri em funcionamento

Em recente ida a Brasília, o prefeito Luiz Menezes e o secretário de saúde, Antônio Carlos, estiveram no Ministério da Saúde para buscar uma solução definitiva para o problema da UPA de Piripiri.

Entregue pelo prefeito Luiz Menezes em 2012, o prédio ainda se encontra sem utilização e ficou completamente esquecido durante a última gestão.

Desde janeiro de 2017 o prefeito Luiz Menezes busca viabilizar uma forma para colocar o serviço à disposição dos piripirienses e desta vez as notícias são bastante otimistas. O principal problema encontrado para abertura do prédio é o custeio mensal para manter os profissionais que prestarão os serviços.

Segundo o secretário Antônio Carlos todos os esforços estão sendo feitos para abrir, o quanto antes, o prédio da UPA em Piripiri. "Todos sabemos em 2012 a UPA foi entregue apta para seu funcionamento e infelizmente isso não aconteceu. E de lá para cá a UPA se deteriorou bastante e com isso buscamos uma solução responsável e séria para o problema. Estivemos no Ministério da Saúde e lá soubemos de um decreto do presidente da república que autoriza a reutilização de espaços de saúde para outras finalidades e com isso, conseguimos um recurso para a reforma da UPA e depois desta reforma, que deve acontecer até o fim do ano, estamos pensando no funcionamento da UPA com a junção de outros serviços no local, como o laboratório municipal, farmácia e SAMU 192, onde todos devem funcionar no mesmo prédio, de modo que todos esses ambientes que irão funcionar lá de nada irão atrapalhar o rendimento da UPA."

O secretário afirmou já está acontecendo um levantamento do que precisa ser feito e em seguida será aberta a licitação para deixar a UPA apta pra funcionar, com estrutura pronta e equipamentos. “Com a reforma toda pronta iremos ao governo do estado para saber como eles podem entrar para custear o funcionamento da UPA. Todos sabemos que o financiamento da saúde pertence ao município, estado e união. Já temos a garantia dos recursos do município e da união, mas o estado também deve entrar neste custeio”, disse o secretário.