Emprego no Piauí aumenta 9,1% e dá vagas para 17 mil empregados

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IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)divulgou os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PNAD Contínua) para a taxa de desocupação (desemprego) para o Brasil e para Piauí no terceiro trimestre, encerrado no final de setembro, que ficou em 11,7%, apontando uma redução em relação ao trimestre anterior, encerrado em julho, que havia registrado 12,3%.

Apesar da diminuição na taxa de desocupação, o Brasil possui ainda 12,4 milhões de pessoas em busca de trabalho.

No Piauí, analisando-se dados do terceiro trimestre, encerrado em setembro, também foi percebido um recuo na taxa de desocupação, que passou de 13,3% no segundo trimestre de 2018 para 12,3% no terceiro trimestre. Assim, essa redução entre os dois trimestres significa que 11 mil piauienses deixaram de estar desocupados. Contudo, permanece ainda um contingente de 177 mil piauienses sem encontrar trabalho.

Em termos de região Nordeste, a menor taxa foi a registrada no Ceará, com 10,6%. Por sua vez, a maior taxa de desocupação no Brasil foi registrada no Amapá, com 18,3%, enquanto a menor foi registrada em Santa Catarina, com 6,2%.

Aumento do emprego no Piauí se caracterizou pela precariedade (trabalho no setor privado sem carteira assinada), bem como pela informalidade do trabalho por conta própria

Os setores de serviços e da agropecuária foram os que apresentaram maior crescimento na ocupação no 3o. trimestre de 2018

Piauí é o estado com a maior taxa de subocupação do Brasil

Importante parcela dos piauienses estão desistindo de buscar trabalho – taxa de desalento no Piauí é de 64,9%, superior à média registrada para o Brasil. No terceiro trimestre de 2018 houve um aumento da ocupação (emprego) no Piauí com destaque para:

Emprego no setor privado da economia, sem carteira assinada, que cresceu 9,1%, gerando 17 mil novos postos de trabalho.

– No setor da economia representado pelas pessoas que trabalham por conta própria, registrou-se uma elevação de 6,3%, com cerca de 24 mil pessoas passando a obter uma renda através da oferta de seus serviços no mercado. Entretanto a maioria dessas pessoas, cerca de 92%, encontrou ocupação na informalidade, sem registro de seu trabalho no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ).

– Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e silvicultura: crescimento de 14,6%, com cerca de 32 mil pessoas passando a se ocupar nessas atividades;

– Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas: apresentou uma elevação de 5,1%, com o incremento de 13 mil novas ocupações;

– Serviços de transporte, armazenagem e correio: cresceu 33,0%, apresentando uma geração de 11 mil novas ocupações.

Fonte: Meio Norte.

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