Piauí registra 63 LGBTs assassinados com requintes de crueldade

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O Piauí registrou 63 assassinatos de LGBTs com requintes de crueldade, por motivação de ódio. O levantamento do Grupo Matizes leva em consideração 10 anos de relatórios, onde uma margem de casos subnotificados pairam como uma mancha de sangue na bandeira do Piauí. O Estado é apontado como o 10º mais violento do Brasil para as populações de gays, bissexuais, lésbicas e transexuais.

Em meio a um histórico marcado pela violência, os LGBT lutam por uma proteção do Estado. “Nossa expectativa é que o Supremo não retarde mais a apreciação destas duas ações. Uma proposta em 2012 pela Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transsexuais e outra proposta em 2013 por um partido político, o PPS”, explica Marinalva Santana, advogada e integrante do Grupo Matizes.

Marinalva ressalta que os LGBTs não podem mais esperar. “A gente entende que esse retardo na decisão é ruim porque enquanto o STF não se posiciona, aumentam os índices de violência contra LGBTs no Brasil. O Grupo Gay da Bahia sinaliza neste sentido, com tantos casos de crimes bárbaros”, avalia.

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